A Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2026, a famosa Copinha, já tem data para começar e uma novidade e tanto no elenco de participantes. Entre os dias 2 e 25 de janeiro, 128 times de todo o país disputam o título, e 22 deles viverão a emoção da estreia no maior torneio de base do Brasil.
O que muda nesta edição
A grande novidade está mesmo na invasão de caras novas. Além do Athletic-MG e do Maricá-RJ, clubes com nomes que contam histórias por si só embarcam pela primeira vez nessa jornada. A lista de novatos é um verdadeiro mapa do futebol brasileiro menos visível. De Rondônia, vem a Cacoalense. Do Tocantins, o Batalhão. A Paraíba será representada pelo peculiar Esporte de Patos. Já o estado de São Paulo, sede do torneio, contribui com estreantes como o Itaquá, da região metropolitana, o Meia Noite e o Sfera.
Por outro lado, a competição sentirá a ausência do Flamengo, que decidiu não participar desta edição pela primeira vez desde 2007. O Rubro-Negro priorizou o Campeonato Estadual e fica fora da Copinha após 18 anos. Tetracampeão do torneio, o clube é um dos maiores vencedores do principal campeonato de base do Brasil.
Guarulhos na rota da Copinha
A cidade de Guarulhos será um dos polos da fase de grupos. O principal representante local é o A.A. Flamengo de Guarulhos, que estreia no Grupo 28. Sua campanha na primeira fase será totalmente em casa, no Estádio do Flamengo, localizado na Rua Francisco Foot, Jardim Tranquilidade.
A estreia será no sábado, 3 de janeiro, às 13h, contra o Rio Branco-ES. Na sequência, a equipe enfrenta o Capivariano–SP na terça-feira, 6, às 12h45, e encerra a primeira fase contra o Vitória-BA na sexta-feira, 9, às 15h15. A presença de times tradicionais como A.A.Flamengo de Guarulhos e Vitória no mesmo grupo promete um grande desafio para o experiênte time guarulhense.
A final e a premiação
A competição mantém seu formato tradicional: os 128 times divididos em 32 grupos, com os dois melhores de cada um avançando para as fases eliminatórias em jogos únicos. A grande final está marcada para o dia 25 de janeiro, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, coroando um mês inteiro de puro futebol de base.
Para os jovens atletas, a conquista vale mais do que ouro em dinheiro. Diferente dos torneios profissionais, o regulamento da Copinha não prevê premiação financeira para o clube campeão. O prêmio é simbólico, mas de valor imensurável para a carreira: visibilidade. Os campeões e vice-campeões recebem troféus e medalhas (de ouro e prata, respectivamente), sendo a verdadeira recompensa a oportunidade de se mostrar para o país.
Olho no futuro: os destaques em campo
A Copinha é, acima de tudo, um palco de revelações. O atual campeão, São Paulo, chega para defender o título com um elenco mesclado entre campeões de 2025 e jovens promessas que vêm de conquistar a Copa do Brasil Sub-20.
Enquanto os olheiros buscam a nova estrela anônima, alguns nomes já começam a se destacar nos grandes clubes. No Vasco da Gama, por exemplo, o meia Lukas Zuccarello, inspirado em Coutinho, é uma das grandes apostas para 2026. Com passagem já pelo time principal, ele vê a Copinha como uma etapa crucial para solidificar sua carreira.
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Fonte: Equipe Guarulhos em Foco / Redação: Eraldo Costa / Imagem: GPT














