Incidente no Bloco C provoca incêndio e evacuação
O bloco C da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, foi evacuado na manhã desta terça-feira (25), após a explosão de uma subestação de energia no subsolo do prédio. No local, funcionam os ministérios da Igualdade Racial; das Mulheres; dos Povos Indígenas; e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Seis pessoas precisaram ser encaminhadas para atendimento hospitalar, uma delas com queimaduras graves.
O funcionário terceirizado que realizava o trabalho sofreu queimaduras em 60% do corpo e foi encaminhado a um hospital. Além dele, outras 27 pessoas receberam atendimento, sendo seis levadas para unidades de saúde por inalação de fumaça. As demais foram tratadas no local.
A grande quantidade de fumaça levou à evacuação imediata do edifício. Em seguida, os ministérios que ocupam o bloco orientaram seus servidores a manterem suas atividades em regime de teletrabalho. O Ministério da Gestão confirmou que o incêndio foi provocado por um curto-circuito durante a intervenção técnica na subestação.
Suspeita de bomba aciona protocolo de segurança no MCTI
Em outro ponto da capital, equipes da Polícia Militar foram acionadas após uma mala abandonada ser encontrada na entrada do Ministério da Ciência e Tecnologia, na W3 Norte. O local foi isolado e o Batalhão de Operações Policiais Especiais iniciou a Operação Petardo, procedimento padrão para análise de possíveis artefatos explosivos.
Durante cerca de três horas, especialistas utilizaram traje antibomba e equipamentos de raio X para examinar o objeto. Após a inspeção, o BOPE constatou que a mala estava vazia, descartando qualquer ameaça. A área foi liberada, e a polícia investiga a origem do objeto.
Dois episódios distintos elevam o nível de alerta na capital
Os dois eventos, embora sem relação entre si, provocaram momentos de tensão em Brasília. A explosão reforçou a importância da manutenção adequada das instalações públicas, enquanto o alerta falso de bomba acionou os protocolos de segurança previstos para situações de risco.
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br / Redação: Eraldo Costa / Imagem: undefined














